Soneto à beira-mar

 


Soneto à beira-mar

Tarde de fim de outono,
Quase estamos no inverno.
Amena, sem vento… que dá sono.
Sensação de prazer eterno.
A maré está baixa, mas agitada,
Exibe as suas negras rochas.
Na praia vazia, alegrada
Com reflexos, como tochas.
O sol aparece envergonhado,
Espreita entre nuvens dispersas,
Desce lentamente rumo ao ocaso.
Num ritmo nada apressado,
Como que imóvel, sem pressas.
Deitado no céu… ao acaso.
Soneto e fotos da autoria de Jorge Salazar Lobo.

André Lopez Cultural Cauê e Laya soneto a beira mar

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